Friday, January 25, 2008

“À caça do divertimento”

Divertimentos

 

Certa manhã, Sexta-Feira acordara mais tarde e ficara surpreendido por não encontrar Robinson, foi então, que olhou e viu o cofre debaixo da mesa aparentemente estava fechado, mas não à chave. Levara-o para a plantação de cactos, onde o abriu e deparou-se com tecidos preciosos, jóias reluzentes, e pensou em se vestir com aquelas roupas, mas por fim achou engraçado vestir os cactos.
Depois do almoço Sexta-Feira descansava deitado na rede de lianas, quando os pássaros pousavam perto de si, ele atirava-lhes flechas com a zarabatana e à noite assava-os.
Era por hábito Robinson e o seu companheiro exercitarem todo o tipo de jogos e fazerem desafios.
Certo dia, os dois discutiram e de seguida Sexta-Feira desapareceu, regressando duas horas depois, e trazia consigo uma espécie de manequim, que demonstrava as feições do amigo como forma de amizade, Robinson ao ver aquilo ficou emocionado e abraçou-o. Como forma de agradecimento Robinson dirigiu-se até à praia onde desenhou na areia uma estátua que era semelhante a Sexta-Feira.
Sexta-Feira inventou um jogo ainda mais interessante e curioso que consistia que ele e o seu colega trocassem de personalidades.
Um dia, Sexta-Feira encontrou uma cabra ferida, cuidou dela e pôs-lhe o nome de Anda. Ora certa manhã, Sexta-Feira acordou e sentiu um cheiro a bode, não disse nada, mas ficou a pensar. Na noite seguinte, estava acordado haver se acontecia alguma coisa, foi então, que encontrou um grande bode. Sexta-Feira ficou admirado, pois nunca tinha visto nada assim, foi então, que sentiu um cheiro e deduziu que seria o rei dos bodes mais conhecido por Andoar.
Sexta-Feira já estava muito afeiçoado a Anda e não a queria perder. Então, procurou o bode para desafiá-lo e Sexta-Feira caiu juntamente com Andoar, abaixo de um precipício, mas a sorte de Sexta-Feira foi que caiu em cima do bode.
Ferido, mas ao mesmo tempo contente Sexta-Feira sentia-se glorioso por cumprir a sua promessa de matar o bode e fazê-lo voar como sempre imaginara.

 

Os dois amigos faziam estes divertimentos para:
            - Ensinarem um ao outro aquilo que sabiam.
            - Para passarem o tempo.
            - Assim poderiam trocar ideias e assimilavam-nas.

 

 

Jogo

 

O jogo que eles poderiam ter inventado era o jogo do “Galo”. Que consiste em conseguir fazer uma linha com o mesmo símbolo.

 

 

Trabalho e Descanso na Justa Medida

 

A questão do tempo livre e lazer tornou-se uma preocupação constante nas pessoas.
O lazer está presente nas manifestações verbais e nas mais práticas corporais. Estas manifestações de lazer podem ser vistas na televisão, nas ruas, nos parques, nas universidades…
O lazer deve ser compreendido como um meio de essencial do ser humano.

 

 

O Conceito do Lazer

 

Podemos considerar a ausência de qualquer actividade concreta, ou seja, uma certa liberdade de não fazer coisa nenhuma. Surgem de forma inequívoca uma tentativa de definição de um certo tempo, em contraponto com o outro tempo. Assim, parece o conceito de “baptizar” à parte do dia em que não estamos ocupados com actividades objectivamente definidas.

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Thursday, January 24, 2008

“Acordar uns dias depois…” - “O grave acidente”

Paulo acordou uns dias depois na cama de um hospital. Ele era um rapaz muito magrinho, quase anoréctico e alto.
Quando Paulo acordou encontrava-se num quarto de um hospital, deitado numa cama, ligado a alguns aparelhos. Ele assustou-se quando viu o que o rodeava, mas rapidamente se acalmou, porque o Dr. Silva apareceu. O Dr. Silva era um médico muito simpático, baixo e gordinho.
– Dr. Porque é que eu me encontro aqui? – Perguntou o Paulo ao Dr. Silva. O Dr. Silva respondeu:
– Não te recordas, mas encontraste-te aqui em coma quatro dias, porque foste gravemente atropelado.
Passadas algumas horas a família do Paulo foi visitá-lo, porque foi informada que ele já tinha acordado do coma.
– Filho, como te encontras, estás bem? – Perguntou a mãe do Paulo. Ele respondeu:
– Sim, mãe estou bem.
Passados três meses…
Passados três meses o Paulo teve alta e assim regressou para a sua vida normal. No dia seguinte regressou à escola.
– Paulo até que enfim que regressas-te à escola, já estávamos cheios de saudades tuas. Estás bem? – Perguntou a Maria.
– Sim, Maria estou bem, já posso vir à escola, mas preciso de ter alguns cuidados comigo. Para já não posso realizar as aulas de Educação Física, nem fazer muitos esforços. – Respondeu o Paulo.
O João era o melhor amigo do Paulo, então, quando soube que ele regressou à escola foi logo procurá-lo. Quando o encontrou foi logo ter com ele. E perguntou-lhe:
– Está tudo bem contigo pregaste-nos cá um susto, queres que te empreste os apontamentos do tempo que faltas-te. Lembras-te do que é que aconteceu, quem foi?
H – não te preocupes está tudo bem comigo, se não te importares de me emprestar os apontamentos eu agradeço era mesmo o que te ia pedir. E não me lembro do que é que aconteceu e quem era, o Dr. disse-me que com o tempo ia recuperar a memória e depois já me lembraria do que é que aconteceu. – Respondeu o Paulo.
A primeira aula da manhã era geografia com a professora Margarida.
– Bom dia meninos. Então, Paulo já podes voltar à escola? – Perguntou a professora.
– Sim, professora já posso voltar à escola. – Respondeu o Paulo.
Passados alguns dias ele lembrou-se do que tinha acontecido.
– Lembrei-me, lembrei-me, lembrei-me!!! – Gritou o Paulo.
– Lembraste-te do quê? – Perguntou a Maria e o João ao mesmo tempo.
– Lembrei-me do que aconteceu, do acidente. – Disse o Paulo muito atrapalhado.
– E o que é que aconteceu? – Perguntaram eles novamente em coro.
– Eu ia a pé para casa no final das aulas, quando ia para atravessar a passadeira eu olhei para os dois sentidos da estrada e não vinha nenhum veículo. Ao atravessar apareceu um carro a alta velocidade e de repente atropelou-me, mas não consegui ver quem se encontrava dentro do carro.
O Paulo contou à família, ao médico e a mais pessoas, mas viu-se que só aquela informação não conseguiam encontrar os autores do atropelamento.
– Lamento imenso não conseguirem encontrar os autores do atropelamento. Nem com o maior cuidado se está livre de ter um acidente… tem sim menor probabilidade. – Disse o João ao Paulo.
– Eu faço as palavras do João minhas palavras, também lamento muito. – Replicou a Maria.
O João ficou muito feliz por os amigos lhe terem dado muita força e também lhe terem apoiado.
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Thursday, January 17, 2008

Resumo: “Primavera Interrompida”

04/01/2008: página 5 até à 18
05/01/2008: página 19 até à 84
06/01/2008: página 85 até à 127
Obra: “Primavera Interrompida”
Autor: Daniel Marques Ferreira
Editora: Gailivro
Simão tinha um amigo que se chamava Joca e era toxicodependente.
Nas férias da Páscoa, Simão foi para Paradela com a família, e o Joca foi com ele para ver se largava a droga.
No final das férias, Joca teve um ataque e foi para o hospital. No hospital o médico arregaçou-lhe a manga da camisola, para ver a pulsação e apercebeu-se que ele era toxicodependente.
Quando regressaram de férias a Eunice, que era a rapariga de que o Joca gostava, foi falar com ele. O Joca pediu-lhe em namoro, mas ela não aceitou por ele ser toxicodependente. Ele perguntou-lhe se deixa-se de ser toxicodependente ela namorava com ele, e ela disse-lhe que sim.
Nas férias do Verão o Simão foi para a Figueira da Foz com a família e convidou o Joca, mas ele não foi porque tinha uns exames médicos para realizar.
Antes de ir para a Figueira da Foz foi-se despedir do Joca. Quando chegou a casa dele a mãe do Joca disse-lhe que ele tinha sido internado no hospital.
Quando o Simão chegou da Figueira da Foz soube que o Joca tinha Sida.
Nas férias da Páscoa o Simão foi outra vez a Paradela. Lá recordou os momentos felizes que passou com o Joca.
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Friday, January 4, 2008

Resumo “Sexta-Feira ou uma Vida Selvagem”

20/12/2007: página 1 até à 21
21/12/2007: página 22 até à 51
26/12/2007: página 52 até à 74
27/12/2007: página 75 até à 97
28/12/2007: página 98 até à 111
Obra: “Sexta-Feira ou a Vida Selvagem”
Autor: Michel Tournier
Editora: Presença
Capítulo 1
Robinson ia num navio chamado Virgínia. Numa noite surgiu uma tempestade. No meio da tempestade, um choque formidável abalou todo o navio, a vaga gigantesca caiu sobre o convés e limpou tudo o que havia lá dentro.
Capítulo 2
Quando Robinson acordou estava numa praia. Depois de andar bastante apercebeu-se que estava numa ilha deserta.
Capítulo 3
Ele encontrou uns abutres a comer um bode morto. Ele afugentou os abutres, pegou no bode e levou-o. Depois fez uma fogueira e assou o bode. Então lembrou-se que podia deixar a fogueira acesa e também pegou em galhos e ervas secas e pôs dentro de um eucalipto cujo o tronco estava oco e pô-lo a arder, assim via-se a quilómetros de distância para se passa-se uma navio parar.
Depois disso os abutres andavam sempre atrás dele por causa do bode.
Capítulo 4
Ronbinson cansou-se de esperar, então começou a construir um barco que baptizou com o nome de Evasão.
Capítulo 5
Quando acabou a construção do barco decidiu colocá-lo na água para ver se podia embarcar.
Mas o barco estava muito longe do mar, ele tentou empurrá-lo, mas não conseguiu.
Capítulo 6
Um dia viu um barco e foi atrás dele, mas descobriu que aquilo tudo era uma ilusão.
Capítulo 7
Ronbinson um dia encontrou o Tenn, o cão que vinha no Virgínia e admirou-se por não o ter encontrado antes.
Ele decidiu construir a sua própria casa, e construiu. No final fez um relógio de água e um calendário. 
Capítulo 8
Quando chegou ao milésimo dia do calendário, ele decidiu dar leis à ilha.
Ele viu um fumo e foi ver o que era, então viu índios. Esses índios vieram em direcção à ilha e deixaram lá os restos do índio que cortaram e puseram a queimar.
Depois daquele sucedido Robinson temeu que pode-se haver invasores, então, fez um fosso à volta da casa e várias armadilhas.
No final de cada dia ia fazer a ronda e depois voltava para casa e fechava a ponte.
Capítulo 9   
Quando Robinson colheu os cereais os ratos multiplicaram-se, porque tinham que comer. Mas ele construiu ratoeiras. Assim matou muitos ratos.
Numa noite pôs cereais atrás de uma duna. Os ratos cinzentos começaram a lutar com os ratos negros, no dia seguinte todos os ratos negros estavam mortos.
Capítulo 10
Robinson pegou num espelho e reparou que não conseguia sorrir. Depois olhou para o Tenn e parecia-lhe que ele lhe estava o sorrir.
Capítulo 11
Robinson passava o dia a trabalhar e às vezes perguntava a si próprio para quê que servia aquilo tudo e para quem.
Capítulo 12
Num dia resolveu explorar a gruta, quando chegou ao final da gruta só via luz branca, então, resolveu voltar para trás. Quando chegou lá fora estava cheio de frio e foi a correr para casa.
Capítulo 13
Robinson apercebeu-se que se aproximava alguém da ilha. Então, pegou numa espingarda e no óculo e foi pela floresta em direcção à praia, quando chegou lá viu uns índios a matar outro índio, mas esse conseguiu fugir e veio em direcção a Robinson, porque o tinha visto.
Tenn ao ver ladrou, então, Robinson amarrou-lhe o focinho. Ele pegou na espingarda e estava a apontar para o primeiro perseguidor, quando ia a disparar Tenn abanou-o e o tiro acertou no segundo perseguidor. Depois o primeiro perseguidor foi à beira do segundo perseguidor e fugiu para o barco.
Capítulo 14
Robinson no dia seguinte levou o índio até ao Evasão, porque pensava que dois homens já conseguiam transportar o Evasão. Quando chegaram lá o barco já estava podre da humidade, as giestas já o tinham invadido e as termias já o tinham ruído completamente.
Capítulo 15
Robinson decidiu dar um nome ao índio, e passou a chamar-lhe Sexta-Feira.
Sexta-Feira sabia fazer o que Robinson fazia.
Robinson começou a pagar a Sexta-Feira com o dinheiro que encontrou nos restos do Virgínia. Assim Sexta-Feira comprava comida suplementar, objectos e meio-dia de folga.
Sexta-Feira também montou armas que usavam na sua terra para se defenderem. Assim Robinson e ele montaram essas armas para se defenderem na ilha dos ladrões.
Capítulo 16
Robinson viu fumo na praia i foi ver o que era. Quando lá chegou viu        Sexta-Feira a queimar uma tartaruga, assim a tartaruga saia da carapaça, e a carapaça servia de escudo.
Capítulo 17
Ao meio da noite Robinson acordou e não dormiu mais, então, teve a ideia de sair para fora.
De manhã quando Sexta-Feira e Tenn acordaram Robinson não se encontrava lá. Então, Sexta-Feira pegou no cofre e foi para o nordeste da ilha, lá tinha cactos e cactáceas. Ele pegou nos tecidos e pulseiras e enfeitou os cactos e as cactáceas.
No arrozal Tenn atirou-se para lá, para apanhar uma pedra. Ele estava quase a afogar-se, então, Sexta-Feira esvaziou o arrozal e essa colheita estava perdida.
Tenn saiu do arrozal e ficou a sacudir-se enquanto Sexta-Feira se dirigia para a floresta.
Capítulo 18
Quando Robinson saiu da gruta Tenn estava à sua espera lá fora. Eles não sabiam de Sexta-Feira, então, foram à procura dele na floresta virgem, lá encontraram-no. Ele estava todo sujo de suco de genipapo e foi a fugir em direcção ao mar para se lavar.
Capítulo 19
A vida deles voltou ao normal.
Sexta-Feira estava na gruta a fumar um cachimbo quando ouviu ladrar e um chicote. Ele lembrou-se que era Robinson e Tenn e que Robinson se apercebeu do desaparecimento do pequeno barril de tabaco.
Quando ia para fora atirou o cachimbo contra os quarenta barris de pólvora. Quando chegou perto de Robinson esse ergue o chicote, e ao mesmo tempo os barris de pólvora rebentaram.
Capítulo 20
Quando Robinson acordou Sexta-Feira estava à beira dele.
Estava tudo destruído e Tenn tinha morrido.
Robinson e Sexta-Feira feira foram-se lavar ao mer, porque estavam todos sujos de lama e no fim comeram ananás selvagem.
À noite estavam encostados a um cedro a ver se conseguiam dormir quando ouviram um barulho e viram um cedro a cair.
Capítulo 21
Robinson e Sexta-Feira começaram a fazer flechas e a atirá-las.
Robinson descobriu que Sexta-Feira mão fazia aquilo tudo para cumprir objectivos, mas sim para se divertir.
Capítulo 22
Sexta-Feira ensinou a Robinson a assar galinha como se fosse assada no forno, cozer carne recheada com peixe, a fabricar açúcar e caramelo.
Capítulo 23
Robinson e Sexta-Feira zangaram-se. Depois Sexta-Feira fez um boneco que era a cópia de Robinson e, então, fizeram as pazes.
Robinson fez uma estátua de Sexta-Feira. Assim quando estavam com raiva um do outro batiam no boneco.
Capítulo 24
Sexta-Feira inventou um novo jogo que era de trocarem a identidade. Sexta-Feira passava a ser Robinson e Robinson passava a ser Sexta-Feira, mas a cena preferida dos dois foi quando Robinson salvou Sexta-Feira.
Capítulo 25
Um dia Sexta-Feira encontrou um barril de pólvora e depois o outro.
Pegou numa manada de pólvora e atirou para a fogueira, a chama da fogueira ficou verde a brilhar.
Eles juntaram a pólvora com resina. E assim quando não conseguiam dormir ponham essa mistura numa árvore morta, acendiam-lha e a árvore parecia ouro a brilhar.
Capítulo 26
Robinson mostrou objectos a Sexta-Feira e disse-lhe como é que se pronunciavam.
No fim começaram a dizer adivinhas um ao outro.
Capítulo 27
Apareceram papagaios na ilha que imitavam Robinson e Sexta-Feira. Então, Sexta-Feira sensinou a Robinson gestos para comunicarem.
Um dia os papagaios foram-se embora e eles poderam falar, porque já não tinham os papagaios a imitá-los.
Capítulo 28
Sexta-Feira uma cabra alejada. Ele corou-lhe e passou a chamar-lhe Anda. Desde o sucedido ela passou a andar sempre atrás de Sexta-Feira.
Anda desapareceu. Então, Sexta-Feira sabia que foi Andoar. Ele foi desafiá-lo e caiu nas rochas e aleijou-se. Depois pôs-se em cima de Andoar, mas ele não parava qieto. Então, tapou-lhe os olhos, mas mesmo assim não parou quieto e acabaram por cair.
Capítulo 29
Robinson viu tudo, então, foi ao precipício por um atalho que conhecia. Quando lá chegou o Andoar estava morto, mas Sexta-Feira não.
Sexta-Feira apareceu-lhe por trás a rir com o ombro caído e Anda atrás dele.
Capítulo 30
Robinson tirou a pele a Andoar. Lavou-a, raspou-a, esticou-a e depois poliu-a.
Capítulo 31
Robinson decidiu perder as suas vertigens.
Um dia subia a uma das maiores árvores da ilha. Quanto mais subia, mais o tronco vibrava. Só que cometeu um erro terrível, olhou para baixo.
Capítulo 32
Sexta-Feira fez um papagaio com a pele de Andoar e pô-lo a voar.
Capítulo 33
Sexta-Feira construiu uma harpa eólica. Mas tinha pouco vento, quando veio uma tempestade Sexta-Feira pô-la na árvore e fazia um barulho terrível.
Capítulo 34
Um dia apareceu um navio que se chamava Whitebird. Robinson e Sexta-Feira foram para dentro, almoçaram e podia ir para Inglaterra.
Robinson decidiu não ir, porque na ilha sentia-se jovem e em Inglaterra ia se sentir velho, porque já tinha cinquenta anos.
No dia seguinte de manhã o Whitebird iria partir para Inglaterra.
Capítulo 35
Robinson quando acordou não viu Sexta-Feira. Então, foi procurá-lo e não o encontrou.
Ao procurar Sexta-Feira encontrou o grumete do Whitebird que se chamava Jean.
Ele disse a Robinson que Sexta-Feira foi no Whitebird.

Robinson passou a chamar-lhe Domingo e que para ele Jean iria ser sempre o filho do Domingo.

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Thursday, January 3, 2008

Resumo “Um quarto com vista para o paraíso”

10/12/2007: página 1 até à 40
11/12/2007: página 41 até à 78
17/12/2007: página 79 até à 118
18/12/2007: página 119 até à 152
19/12/2007: página 153 até à 180
Obra: “Um quarto com vista para o paraíso”
Autor: Daniel Marques Ferreira
Editora: Gailivro
Anabela era uma rapariga que namorava com um rapaz que se chamava Luís.
Esse rapaz terminou o namoro para namorar com a sua melhor amiga que se chamava Joana.
Um dia ela reparou num rapaz que se chamava Francisco. Esse rapaz já gostava dela, mas ela nunca reparou. Ela ficou a gostar dele.
Certo dia descobriu que a Joana estava grávida do Luís. Anabela voltou a ser amiga da Joana. Anabela ajudou-a muito e apoiou-a.
Os pais do Luís puseram-no fora de casa e ele foi viver para a casa da Joana.
Anabela algum tempo tinha conhecido uma amiga que se chamava Sílvia.
Sílvia andava muita magra. Um dia descobriu que era anoréctica, e foi internada num hospital.
Nesse hospital encontrou um rapaz que se chama Aniceto, e por quem ela ficou a gostar e ele já gostava dela.
Ele incentivou-a a curar-se. Quando ele foi embora do hospital disse-lhe que quando viesse à consulta ia visitá-la.
Ele não a foi visitar, quando ela saiu do hospital ele mandou-lhe uma carta a dizer que teve de ir para outro pais, para onde os pais, porque o pai era diplomata. 
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