Friday, October 26, 2007

Será amor ou paixão?

Numa escola uma rapariga que se chamava Flávia que gostava de um rapaz que se chamava Gonçalo da sua turma.
Mas esse rapaz tinha uma namorada que se chamava Cláudia. os dias passavam e o Gonçalo e a Cláudia continuavam juntos.
Um certo dia eles acabaram o namoro.
Passado alguns dias o Gonçalo começou a apaixonar-se por a Flávia.
Um dia o Gonçalo chegou ao pé da Flávia e disse-lhe que estava apaixonado por ela.
A Flávia já desconfiava porque nas aulas quando olhava para o Gonçalo ele estava a olhar para ela.
A Flávia disse-lhe que também gostava dele.
A Flávia e o Gonçalo começaram a namorar. Mas a Cláudia ainda gostava do Gonçalo.
A Cláudia disse que o Gonçalo ia tornar a gostar dela e a namorar com ela.
A partir desse dia quando a Flávia e o Gonçalo estavam a namorar a Cláudia ia interromper o namoro.
Nas eleições de delegado de turma o Gonçalo foi eleito delegado.
Desde então ainda foi pior. Então é que Cláudia os interrompia para falar sobre a turma.
O Gonçalo então lembrou-se que podia fazer com que isso acaba-se. Ele lembrou-se de ter um certo dia e uma certa hora para quem quisesse dizer alguma reclamação de algum motivo da turma, ou para falar com um professor.
O Gonçalo falou com o director de turma e ele concordou.
Na aula de formação cívica ele fez eleições para ver se a turma concordavam com isto ou não. A turma concordou, maioria votou que “sim”.
A Cláudia ficou muito aborrecida. Porque assim não podia interromper tanto como antes.
Então o Gonçalo e a Flávia já conseguiam ter mais privacidade. Sem ter sempre a Cláudia a interrompe-los.
A Cláudia recordou-se que não percebia nada de matemática então foi pedir ao Gonçalo para na hora de almoço ir com ela para a biblioteca para a ajudar.
O Gonçalo disse que sim. Então ele fez uma ficha com equações e deu-lhe. Ele disse-lhe para fazer as que conseguia e as que não conseguisse depois que as explicava. E assim foi.
No dia seguinte ele foi com a Cláudia para a biblioteca e explicou-lhe como se faziam as outras.
No final ela já conseguia fazer bem as equações. O Gonçalo disse-lhe que já sabia fazer bem equações e que já não precisava de ajuda dele.
A Cláudia viu que não valia a pena tentar separá-los porque o amor deles era mais forte que a maldade dela para os separar.
O Gonçalo e a Flávia continuaram juntos e muito felizes.
E o amor deles era mais forte que a maldade dela para os separar.
O amor deles era cada vez mais forte. Quantas mais barreiras ultrapassavam maior era o amor deles.
A Cláudia voltou-se a apaixonar por outro rapaz e pediu desculpa por todo o mal que fez ao Gonçalo e à Flávia. E eles desculparam-na por isso e ficaram amigos.
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O oficio

As pessoas aderiam muito aquela loja, porque lá havia coisas interessantes e difíceis de encontrar e gostavam muito do sobrinho do casal chinês que se chamava Wiang.
O Wiang gostava muito de ajudar os tios e principalmente de trabalhar na loja. Ele achava muita aquele oficio.
Muitos amigos do Wiang passavam por lá para o visitarem e para verem o que de novo havia na loja.
Quando as férias acabaram o Wiang teve que regressar às aulas mas quase todos os dias passava por lá para visitar os tios e ver como é que o negócio estava a correr.
Aos fins-de-semana voltava todo o dia para a loja para ajudar os tios, só saia para almoçar.
Passado 8 anos…
Passado os 8 anos o Wiang já tinha 21 anos. Já tinha montado o seu negócio.
O Wiang nessa altura já sabia falar muito bem português, ele já parecia português só pelo nome é que notavam que não era português.
Os amigos que tinha à 8 anos atrás continuavam amigos dele.
Ele também gostava muito de fazer chocolates. Então começou a fazer e a vender.
Em metade da loja pôs os doces e na outra metade continuou a vender do que vendia antes.
As pessoas começaram a comprar os chocolates.
Às vezes tinha que fazer chocolates todos os dias. Porque esgotavam-se que chegue para o dia seguinte vender.
O Wiang montou várias lojas que passaram a chamar “O oficio de Wiang”.
Ele era muito conhecido e também muito rico. Então decidiu começar a contribuir para as instituições que ajudavam as crianças africanas. Metade da sua fortuna revertia para essas instituições.
As pessoas gostavam muito dele e ele continuava muito feliz e fazia o que gostava, porque continuava a trabalhar na loja principal que foi a razão de todas as outras.
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Tuesday, October 23, 2007

Categorias ou elementos do texto dramátrico

O texto dramático é constituído por:

 

Æ Diálogo falas das personagens, componente básica que constrói a história. As personagens, ao falarem, apresentam factos como se estes estivessem a acontecer na realidade, de modo que a acção avança à medida que dialogam. É o TEXTO PRINCIPAL. 

 

Æ Didascálias ou indicações cénicas, escritas em geral em itálico e entre parênteses, têm a finalidade de dar informações sobre:

 

³ o cenário (geralmente no inicio de cada acto);
³ as personagens e a sua caracterização;
³ os gestos, movimentos, atitudes (rir, chorar…), ao lado da fala de cada  
     personagem.
 
São, portanto, informações imprescindíveis para a peça ser representada pelos actores, respeitando aquilo que o autor idealizou. É o TEXTO SECUNDÁRIO.

 

 

 

Categorias ou elementos
do texto dramático

 

 

A ACÇÃO é o desenrolar dos
acontecimentos, através do diálogo e
da movimentação das personagens.

 

 

 

 

 

 

Estrutura
da
acção

 

 

 

interna

 

exposição

Fase inicial em que se faz a apresentação das personagens e dos antecedentes da acção.
conflito
Sucessão de acontecimentos que constituem a acção.
desenlace
Parte final que contém o desenlace feliz ou infeliz da acção dramática.

 

 

externa

acto
Grande divisão do texto dramático, que decorre num mesmo espaço. Sempre que há mudança de cenário, há novo acto.
cena
Divisão do acto determinada pela entrada ou saída de uma personagem.
Tempo
Momento(s) em que a acção se desenrola.
Espaço
Lugar(es) onde a acção decorre.

 

 

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Thursday, October 18, 2007

Anita das compotas

Continuação …
Mas um certo dia apareceu um cliente e comprou dois frascos de compota. No dia seguinte esse cliente apareceu lá e disse:
– A sua compota era fraca.
A Anita ficou muito admirada.
Os turistas que passavam ali estavam do outro lado da rua a ver as compotas antes do homem chegar viram aquilo e já não compraram compotas.
A Anita chegou ao fim do dia e tinha vendido metade do que era costume.
Quando chegou a casa lembrou-se de fazer novos tipos de compotas. Ela foi apanhar frutos silvestres, morangos e cerejas e fiz compota de frutos silvestres e morango. Ela provou e estava uma delícia.
Ela fez outra de frutos silvestres e cerejas. Ela provou e estava melhor que a anterior. E por fim fez a de morango e cereja, também estava muito boa.
A Anita pensou «não vou por o mesmo nome» então na de frutos silvestres e morango pôs doçura de frutos silvestres e morango, na de frutos silvestres e cerejas pôs doçura de frutos silvestres e cerejas e na de morango e cerejas pôs doçura de morango e cerejas.
No dia seguinte pôs as outras e pôs um letreiro a dizer novas compotas.
Ela vendeu muito bem aquelas compotas.
Durante uma semana foi sempre assim.
No fim contou o dinheiro que tinha juntado com aquelas compotas e as outras.
A Anita pensou «eu, com este dinheiro posso abrir uma loja». E foi o que ela fez a Anita abriu uma loja e continuou a vender muito bem as compotas e nunca mais tive queixas.
Um certo dia a Anita lembrou-se de também começar a fazer chocolates.
Ela começou por fazer chocolate simples e conseguiu, depois fez chocolate de leite, nozes e avelã.
Ela levou-os para a loja e pôs no expositor.
Na rua em que ela tinha a loja passava muitas pessoas a pé. Muitas dessas pessoas compravam chocolates.
A Anita nunca teve nenhuma reclamação e viveu feliz para sempre.
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