Wednesday, September 5, 2007

Carta informal

                                                          Creixomil, 1 de Agosto de 2007

 

Cara amiga Margarida,

 

Espero que quando receberes esta carta esteja tudo bem contigo.

Espero que as tuas férias estejam a correr bem, é pena murarmos longe, porque se murássemos uma da outra sempre nos podíamos encontrar.

As minhas férias estão a ser mais ou menos. Estou sempre em casa. Vejo televisão, leio um bocado e estou com os meus primos, eles aparecem aqui e eu jogo raquetes e à bola com eles.

A meio de Agosto que é quando a minha mãe entra de férias eu vou para a praia, se o tempo estiver bom.

Espero que tenhas aproveitado as férias que já passaram e as que ainda vão passar. Espero que seja-mos da mesma turma.

Termino assim esta carta com um grande abraço.

 

                                                                                                  

                                                                                                   Beijinhos da tua 

                                                                                                      amiga Joana   

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O dineiro não dá amigos

Era uma vez uma rapariga que se chamava Mafalda e era nova numa escola, ela não tinha amigos.

Inês, era uma rapariga da turma da Mafalda.

A Inês e Mafalda ficaram amigas e depois tornaram-se melhores amigas, elas davam-se muito bem.

A Joana era amiga delas e começou a andar com elas.

Mas passado algum tempo as coisas começaram-se a complicar.

A Inês e a muitas vezes à feira e a todos os sábados e comprava roupa e sapatos. Na segunda-feira começava a dizer o que tinha comprado.

A Mafalda e a Joana já estavam cheias de ouvir aquilo.

- Sábado foi à feira, lá havia dois pares de sapatos que gostava e a minha mãe deu-me os dói pares, comprei três camisolas e umas calças. - Disse a Inês.

Ouve dois dias em que não houve aulas de manhã, era a terça e a quinta.

Nesses dois dias a Mafalda e a Joana foram de autocarro para a escola como nos outros dias. Mas a Inês e a mãe ou o pai levá-la.

Na quinta-feira a Inês foi de manhã à feira. A Joana e a Mafalda já estavam na escola à bastante tempo. A Inês apareceu e então começou a dizer o que tinha comprado.

- Hoje comprei estas botas que trago, uns sapatos, umas jardineiras umas calças. - Disse a Inês.

Na sexta-feira na hora de almoço a Joana e a Mafalda foram dar uma volta.

- Já estou cheia de ouvir a Inês a dizer que foi à feira e que comprou umas calças, uns sapatos… - Disse a Mafalda.

Tinha acabado as aulas. A Mafalda, a Inês e a Joana passaram de ano.

Passados três meses…

As férias tinham acabado a Mafalda, a Inês e a Joana voltaram à escola e tiveram uma surpresa para uma foi má, mas para duas foi boa.

A Joana e a Mafalda ficaram numa turma e a Inês noutra.

A Joana não gostava da Inês nem a Inês da Joana.

- Joana conseguiste ficar na turma da Mafalda e eu não, mas não te vais ficar a rir. - Disse a Mafalda.

A Inês continuou a andar com Mafalda e a Joana também continuou a andar com a Mafalda.

A Inês ignorava a Joana. Às vezes a Joana estava à beira da Mafalda e a Inês aparecia e dizia:

F - Saí dai que ai sou eu.

A Inês pensava que era a melhor amiga da Mafalda, mas não era. Porque a melhor amiga da Mafalda era a Joana.

A Inês continuava a ignorar a Joana.

F - Inês tu não és a minha melhor amiga, é a Joana. - Disse a Mafalda.

F - Porque? O que é que ela tem que eu não tenho? - Disse a Inês.

F - Ela não se arma com tu, é sincera e cada vez que vai à feira não se arma como tu. - Afirmou a Mafalda - Não venhas atrás de mim que não vale a pena.

A Mafalda e a Joana ficaram zangadas com a Inês.

Assim a Joana e a Mafalda ficaram as melhores amigas. E a Inês arranjou outras amigas.     

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Uma aventura entre o douro e o minho

No primeiro dia de férias foram todos ver as notas, o Pedro, o João, a Teresa e a Luísa tinham dúvidas se o Chico passava ou não.

Na escola estavam a ver as notas quando o Chico apareceu todo contente a dizer que passou.

As gémeas estavam em casa. Lá apareceu o João e disse que os pais vinham a Portugal passar férias, a Rates parto de Póvoa de Varzim.

O João pediu ao pai das gémeas se podia levá-las e que foi o pai dele que disse para convidar as gémeas, o Chico e o Pedro. O pai das gémeas deixou-as ir, os pais do Chico e do Pedro também os deixaram ir.

Eles os cinco foram de comboio para Rates.

Quando chegaram a Rates estava lá na estação de comboio à espera deles os pais do João.

Naqueles dias o Chico, o João e o Pedro ajudaram o pai do João a construir um muro. As gémeas tiravam leite as vacas, no fim da tarde elas pegavam em cestos e andavam pelos galinheiros à procura de ovos.

Uma noite juntaram-se e puseram-se a falar de lendas.

No dia a seguir foram visitar o Castelo de Guimarães, quando estavam a entrar na igreja saíram os homens da limpeza um tinha a enceradora ao contrário e o outro um monte de panos do pó muito dobradinhos debaixo do braço. Uma das gémeas foi à sala aonde os homens da limpeza se dirigiram, quando ela chegou à sala os homens da limpeza estavam a olhar para uma tapeçaria e depois começaram a limpar ao calha e ela reparou que uma mulher estavam disfarçada de homem.

No dia seguinte logo de manhã ouviram na rádio que roubaram a tapeçaria Gobelins.

Eles foram ao “Jornal do Minho”, lá estiveram a contar mas baralharam-se todos, quando saíram das instalações do jornal foram a um café. Quando estavam na esplanada apareceu o Jaime, que era um dos dois jornalistas.

No fim foram a casa do Jaime, lá estiveram a falar sobre história.

O Jaime foi levá-los a Rates e disse que tinha lá amigos.

Quando chegaram a Rates, estava lá uma confusão porque tinham roubado a imagem de S. Pedro de Rates. O professor Armindo que era amigo do Jaime e que conhecia os pais do João foi com eles até casa do João.

Eles foram dar uma volta e depois pararam para lanchar num pinhal. O João já tinha lanchado e foi dar uma volta e os outros ficaram a lanchar.

O João ouviu umas vozes e aproximou-se, depois veio alguém por trás e deu-lhe com um ferro na cabeça.

Os outros foram à procura dele, eles encontraram-no no chão desmaiado e a sangrar pela cabeça, o Jaime levou-o para o carro quando chegaram a aldeia perguntaram aonde era o posto médico ela disse que havia um enfermeiro e indicou-lhes a casa dele. Quando chegaram lá as pessoas começaram a olhar e a falar. O enfermeiro veio ver o que era que se passava.

O enfermeiro disse para entrar, eles entraram, o enfermeiro cuidou da ferida do João.

Depois foram a um café para o João beber um sumo. O João disse que tinha ouvido eles a dizer que não e a ser nada fácil roubar o tesouro da Sé de Braga.

Eles foram logo em direcção à Sé de Braga.

Quando chegaram à Sé de Braga estava lá uma confusão. O Pedro e o Jaime é que entraram. Algum tempo depois o Pedro e o Jaime saíram para fora.

Eles os seis foram a um café. Quando estavam a apagar, a Luísa saiu cá para fora viu uma carrinha foi espreitar. Os homens da carrinha   

Apareceu-lhe e raptaram-na. Antes de entrar na carrinha a Luísa ainda conseguiu gritar por socorro. Apareceu a Teresa e depois os outros.

Eles os cinco foram logo para o carro e foram atrás dos raptores.

Os raptores tinham ido para a “Ilha dos Amores”, é uma ilha no rio Minho. Os raptores foram de barco a motor. Mas a Luísa, o Chico, o Pedro, o João e o Jaime foram num barco a remos, por isso eles afastaram-se um bocado.

Quando chegaram à “Ilha dos Amores” foram espreitar à janela de uma casa velha. O Chico foi espreitar à janela, os raptores estavam a jogar às cartas e a Luísa estava lá num canto desamarrada.

Depois o Chico desceu e disse o que viu.

O João foi à janela e fez sinais para a Luísa se esconder. Ela escondeu-se num pipo que tinha lá. Dentro do pipo tinha restos de peixe e cheirava muito mal.

Depois a Teresa começou a gritar e eles vieram cá a baixo e os outros começaram a fazer sons para desorientarem enquanto o Jaime ia buscar a Luísa.

A Luísa e o Jaime já estavam cá fora. Os raptores pensaram que era a polícia e meteram-se dentro de casa e fecharam a porta à chave.

Depois eles os seis foram ao barco a motor e encontram uma arma tiraram as balas e deitaram à água.

Os raptores estavam a abrir a porta e o Jaime disse para saírem do barco e se esconderem. Ele pediu a navalha ao Chico e ele deu-lhe, então Jaime furou o depósito do barco, então começou a sair gasolina.

Os raptores meteram-se no barco e foram, a meio do rio o barco desligou-se. Eles tentaram ligá-lo mas não conseguiu.

O Jaime atirou-se à água e começou a nadar em direcção à costa portuguesa e os outros foram atrás. Mas a corrente levou-os para a costa espanhola.

Quando chegaram a Espanha tinha lá um grupo de campistas.

Os raptores chegaram a Espanha a nadar. Eles ajudaram o Jaime, as gémeas, o Chico, o Pedro e o João a amarrarem os raptores a uma árvore.

Depois eles foram chamar a polícia. O Jaime disse que aquilo ia dar uma bela reportagem.

Posted by filipa at 09:37:22 | Permalink | Comments (2)