No primeiro dia de férias foram todos ver as notas, o Pedro, o João, a Teresa e a Luísa tinham dúvidas se o Chico passava ou não.
Na escola estavam a ver as notas quando o Chico apareceu todo contente a dizer que passou.
As gémeas estavam em casa. Lá apareceu o João e disse que os pais vinham a Portugal passar férias, a Rates parto de Póvoa de Varzim.
O João pediu ao pai das gémeas se podia levá-las e que foi o pai dele que disse para convidar as gémeas, o Chico e o Pedro. O pai das gémeas deixou-as ir, os pais do Chico e do Pedro também os deixaram ir.
Eles os cinco foram de comboio para Rates.
Quando chegaram a Rates estava lá na estação de comboio à espera deles os pais do João.
Naqueles dias o Chico, o João e o Pedro ajudaram o pai do João a construir um muro. As gémeas tiravam leite as vacas, no fim da tarde elas pegavam em cestos e andavam pelos galinheiros à procura de ovos.
Uma noite juntaram-se e puseram-se a falar de lendas.
No dia a seguir foram visitar o Castelo de Guimarães, quando estavam a entrar na igreja saíram os homens da limpeza um tinha a enceradora ao contrário e o outro um monte de panos do pó muito dobradinhos debaixo do braço. Uma das gémeas foi à sala aonde os homens da limpeza se dirigiram, quando ela chegou à sala os homens da limpeza estavam a olhar para uma tapeçaria e depois começaram a limpar ao calha e ela reparou que uma mulher estavam disfarçada de homem.
No dia seguinte logo de manhã ouviram na rádio que roubaram a tapeçaria Gobelins.
Eles foram ao “Jornal do Minho”, lá estiveram a contar mas baralharam-se todos, quando saíram das instalações do jornal foram a um café. Quando estavam na esplanada apareceu o Jaime, que era um dos dois jornalistas.
No fim foram a casa do Jaime, lá estiveram a falar sobre história.
O Jaime foi levá-los a Rates e disse que tinha lá amigos.
Quando chegaram a Rates, estava lá uma confusão porque tinham roubado a imagem de S. Pedro de Rates. O professor Armindo que era amigo do Jaime e que conhecia os pais do João foi com eles até casa do João.
Eles foram dar uma volta e depois pararam para lanchar num pinhal. O João já tinha lanchado e foi dar uma volta e os outros ficaram a lanchar.
O João ouviu umas vozes e aproximou-se, depois veio alguém por trás e deu-lhe com um ferro na cabeça.
Os outros foram à procura dele, eles encontraram-no no chão desmaiado e a sangrar pela cabeça, o Jaime levou-o para o carro quando chegaram a aldeia perguntaram aonde era o posto médico ela disse que havia um enfermeiro e indicou-lhes a casa dele. Quando chegaram lá as pessoas começaram a olhar e a falar. O enfermeiro veio ver o que era que se passava.
O enfermeiro disse para entrar, eles entraram, o enfermeiro cuidou da ferida do João.
Depois foram a um café para o João beber um sumo. O João disse que tinha ouvido eles a dizer que não e a ser nada fácil roubar o tesouro da Sé de Braga.
Eles foram logo em direcção à Sé de Braga.
Quando chegaram à Sé de Braga estava lá uma confusão. O Pedro e o Jaime é que entraram. Algum tempo depois o Pedro e o Jaime saíram para fora.
Eles os seis foram a um café. Quando estavam a apagar, a Luísa saiu cá para fora viu uma carrinha foi espreitar. Os homens da carrinha
Apareceu-lhe e raptaram-na. Antes de entrar na carrinha a Luísa ainda conseguiu gritar por socorro. Apareceu a Teresa e depois os outros.
Eles os cinco foram logo para o carro e foram atrás dos raptores.
Os raptores tinham ido para a “Ilha dos Amores”, é uma ilha no rio Minho. Os raptores foram de barco a motor. Mas a Luísa, o Chico, o Pedro, o João e o Jaime foram num barco a remos, por isso eles afastaram-se um bocado.
Quando chegaram à “Ilha dos Amores” foram espreitar à janela de uma casa velha. O Chico foi espreitar à janela, os raptores estavam a jogar às cartas e a Luísa estava lá num canto desamarrada.
Depois o Chico desceu e disse o que viu.
O João foi à janela e fez sinais para a Luísa se esconder. Ela escondeu-se num pipo que tinha lá. Dentro do pipo tinha restos de peixe e cheirava muito mal.
Depois a Teresa começou a gritar e eles vieram cá a baixo e os outros começaram a fazer sons para desorientarem enquanto o Jaime ia buscar a Luísa.
A Luísa e o Jaime já estavam cá fora. Os raptores pensaram que era a polícia e meteram-se dentro de casa e fecharam a porta à chave.
Depois eles os seis foram ao barco a motor e encontram uma arma tiraram as balas e deitaram à água.
Os raptores estavam a abrir a porta e o Jaime disse para saírem do barco e se esconderem. Ele pediu a navalha ao Chico e ele deu-lhe, então Jaime furou o depósito do barco, então começou a sair gasolina.
Os raptores meteram-se no barco e foram, a meio do rio o barco desligou-se. Eles tentaram ligá-lo mas não conseguiu.
O Jaime atirou-se à água e começou a nadar em direcção à costa portuguesa e os outros foram atrás. Mas a corrente levou-os para a costa espanhola.
Quando chegaram a Espanha tinha lá um grupo de campistas.
Os raptores chegaram a Espanha a nadar. Eles ajudaram o Jaime, as gémeas, o Chico, o Pedro e o João a amarrarem os raptores a uma árvore.
Depois eles foram chamar a polícia. O Jaime disse que aquilo ia dar uma bela reportagem.