Os dois gatos
Mãe, os teus olhos brilham como a luz da minha vida. A cor do meu sangue é a cor do amor que eu sinto por ti.
Mãe, tu és O meu raio de sol. O amor que eu Sinto por ti é maior Que o Universo.
Tu és a Razão do meu Viver.
Tu és a luz
Que reluz A minha vida E a já vivida. O que tu Viveste e o que Vais viver, vai entrar No meu coração.
“O terrível segredo”
A aventura começou num dia estranho com coisas estranhas. Logo de manhã cedo o Carlos, a Catarina e o Frederico na escola parecia que o porteiro estava doente, o Sr. Josué. Na primeira aula o Elias foi perguntar ao Carlos, à Catarina e ao Frederico quem era D. Afonso Henriques. O Álvaro apareceu e começou a dizer. Eles foram ao museu falar com o tio João, eles os quatro entraram. O tio João estava coberto de livros, documentos, revistas antigas e jornais antigos. O único jornal recente era o do dia que estava caído no chão. Ele disse que estava a ver se havia uma corrente de água subterrânea onde se verifica-se fenómenos magnéticos. Porque o seu cinzeiro tinha deslizado sozinho em cima da secretária. No dia seguinte o tio João só tinha uma resma de documentos em cima da secretária. Ele disse ao Carlos se pedia à mãe para ele ir lá jantar porque era tarde. Depois ele apareceu lá para jantar. No fim do jantar o Carlos e o Álvaro foram lavar os dentes para irem dormir, porque no dia seguinte tinham aulas. O Álvaro foi à sala de estar. Quando o Carlos apareceu lá, o Álvaro estava à janela. O Álvaro disse para irem lá à janela quando o Carlos apareceu só viu um fio de luz. O Álvaro começou a dizer que era OVNIS. No dia seguinte quase toda a gente tinha visto a luz. Os helicópteros que o tio João tinha visto eram da Força Aérea. As pessoas falavam já em OVNIS e outras em um nave extraterrestre. O Carlos, a Catarina, o Frederico e o Álvaro lembraram-se do Toni. Nos dias seguintes muita gente adoeceu. Passado uns dias essa gente já estava melhor. Nesse dia eles estavam na biblioteca da escola. O Álvaro estava no computador e apareceu uma frase a dizer que o Carlos tinha uma mensagem em casa. Eles foram para casa e viram a mensagem era muito estranha. Eles foram falar com o tio jogão ao museu. Eles mostraram-lhe aquilo. O tio João fez umas anotações e no fim disse que alguém da escola andava a gozar com eles. Eles descobriram o que dizia a mensagem que era o Toni, e para o Carlos ir ter com ele no dia seguinte às 17 horas no pinhal. Eles às 17 horas já estavam no pinhal. O Toni apareceu e disse que o Prof. Von Silesius estava a criar uma bomba cinquenta vezes pior que a bomba atómica. Ele tinha a ajuda do governo. O Toni mandou uma pessoa, essa pessoa convenceu o Prof. Von Silesius a destruí-la, ele já destruiu o que já tinha construído. Mas o chip que tinha as fórmulas não conseguiu mas a pessoa que ele tinha mandado conseguiu o chip. Eles sabem que essa pessoa está em Vila Rica. O Toni deu ao um medalhão, quando estivesse á beira dessa pessoa o medalhão acendia a luz. No dia seguinte quando chegaram à escola o Sr. Josué disse que tinha sido seguido. Na hora de almoço quando eles se aproximaram do portão o Sr. Josué deu um envelope à Catarina para entregar ao Silveira que ia substitui-lo. Ao sair da escola o Sr. Josué fio raptado. No fim das aulas o Carlos, a Catarina, o Frederico e o Álvaro foram para casa. O Frederico disse que estavam a ser seguidos. Naqueles dias foram sempre seguidos e num certo dia a Catarina foi raptada. Ela conseguiu fugir contou tudo à guarda. Ela teve que ficar em casa alguns dias. O Carlos e o Álvaro quando a foram visitar passaram pelo Elias, eles perguntaram-lhe se já estava bom, ele disse que a febre já tinha passado mas que só ia para a escola para a semana. Na estalagem quando estava com a Catarina o Carlos sentiu qualquer coisa quente no bolso, era o medalhão. Mas ele não sabia que o era, porque naquela sala só estavam eles os três. A Catarina, o Carlos e o Álvaro foram pedis ao tio João se ia a Contendas de baixo no dia seguinte que era sábado, o tio João convidou-os para almoçarem em casa dele. No sábado eles foram a Contendas de baixo. Quando vinha para casa estavam a ser seguidos e reparam que era o Dr. Raul Pina. Eles almoçaram em casa do tio João e depois conversaram. A Catarina, o Carlos, o Frederico e o Álvaro foram a Contendas de baixo, o Carlos levava o medalhão na mão mas não acendia. Eles encontraram o Sr. Josué. O Álvaro foi de bicicleta até à guarda e a guarda veio e levou o Sr. Josué, o Álvaro apareceu quase logo. Mas a luz do medalhão não acendeu. Também encontraram o Elias e a luz do medalhão acendeu. Eles levaram-no para o pinhal e lá apareceu os agentes secretos. O Toni fez transmissão do que estava disfarçado de Elias e deles. Na nave eles assistiram à destruição do chip. Eles apareceram no museu de S. Múnio com as bicicletas. A guarda ficou a pensar que os agentes secretos eram contrabandistas.
“O Caso do Melro Falante”
No ultimo dia de aulas antes das férias da Páscoa. O Álvaro ainda tinha o horário completo. O Carlos, a Catarina e o Frederico já não tinham o horário completo. A turma deles juntou-se a outra na biblioteca, porque ia lá o Prof. Namuel Raquilho que trabalhava no Instituto de Ciências Aplicadas, que foi uma seca. O Álvaro ainda tinha aulas. O Carlos, a Catarina e o Frederico foram ao jardim municipal, lá apareceu-lhes um melro falante que recitava poesia, eles combinaram encontrarem-se na estalagem dos pais da Catarina, lá para as três e meia, para irem ao Museu de S. Múnio, que fica logo à beira, falar com o Tio João. Quando chegaram ao gabinete ele estava a observar um cavalo de bronze que encontraram no museu. O Carlos disse que o Álvaro ficou em casa. O Carlos contou-lhe, e perguntou-lhe se não conhecia alguma espécie de melros falantes. No dia seguinte o Carlos e o Álvaro foram ao jardim municipal, só que o melro não apareceu, eles foram para casa. Depois do almoço o Carlos, a Catarina, o Álvaro e o Frederico foram até ao jardim municipal. A Catarina começou a tirar fotografias, entretanto o melro apareceu e disse que uma bomba de gasolina ia arder. Então o Álvaro deu um salto para tentar apanha-lo. Quando iam a sair do jardim municipal passaram pelo Prof. Mamuel Raquilho vinha zangado. Quando chegaram ao snack-bar do Silva foram jogar matraquilhos. Ao final da tarde foi lá um cliente dizer que a bomba da Raibol ardeu. No dia seguinte foram ao jardim municipal e passaram pelo assistente do Prof. Namuel Raquilho com um grandalhão, dali a vinte minutos eles foram-se embora. O telemóvel da Catarina começou a tocar, era a mãe dela, quando a Catarina desligou o telemóvel apareceu o melro e disse que um barco da pesca dos pequenos se ia afogar. No dia seguinte um barco pequeno da pesca afogou-se. No dia seguinte eles foram ao jardim municipal, o Álvaro levou o camaroeiro mas o melro não apareceu. Nessa noite a farmácia Silveira foi assaltada, mas não levaram medicamentos nem dinheiro, partiram os vidros de dentro e desarrumaram tudo, parecia que tinha passado lá um furacão. Nos dias seguintes: ardeu a garagem Alves e para terminar na azenha velha ouve um desmoronamento da Vivenda Moreira, que estava vazia, mas encontrava-se em muito bom estado, de noite as paredes caíram. No dia seguinte eles foram ao jardim municipal, o telemóvel da Catarina começou a tocar, ela atendeu, enquanto ela atendia o melro apareceu, quando ela desligou o melro disse que estavam prestes a atingir o objectivo. O Álvaro atirou o camaroeiro e apanhou o melro, depois prendeu o cabo do camaroeiro ao guiador. A caminho o melro disse umas coisas e cortou a rede do camaroeiro e ficou livre. Eles repararam que o bico não era igual aos dos outros pássaros, tinha um redondo cortante e afiado, assim cortou a rede em segundos. O Carlos disse que ele aparecia quando a Catarina falava ao telemóvel por isso foram outra vez para o jardim municipal, lá o Carlos ligou à Catarina e o melro apareceu e começou a cantar. O Carlos deu sinal à Catarina para desligar o telemóvel e ela desligou. O melro foi-se embora e o Carlos disse que se aquilo fosse uma máquina, era muito bem feita. Lá passaram pelo assistente do Prof. Raquilho e três grandalhões. O Álvaro foi perguntar se andavam à procura de alguma coisa. Um dos grandalhões disse ao Álvaro para desaparecer dali, mas o assistente do Prof. Raquilho interveio e disse que era o Dr. Emanuel Corralhi, e disse que andavam à procura da carteira do Prof. Raquilho. O Carlos disse que os pais estavam à espera deles, mas foi para sair dali. Eles foram dizer ao tio João para ir com eles ao jardim municipal e ele foi, então o Carlos ligou à cataria e ela atendeu e o melro apareceu e começou a cantar e o tio João ficou de boca aberta. Ele disse que a prova final era dali a uma semana a vila ia ficar sem electricidade e os depósitos de gás iam rebentar. A Catarina desligou a chamada. O melro disse que o nível de energia estava em baixo, ele levantou voo e caiu a pique atrás do muro da ICA. O tio João viu janelas e disse que eram da ICA. O Carlos pergunto ao tio João se achava que aquilo era uma máquina, o tio João disse que não sabia. A Catarina disse que podiam ir lá de manhã cedo e subir a uma árvore que tinha lá e que dava para espreitar para dentro. No dia seguinte foram lá, o Carlos e o Frederico é que subiram. Eles viram duas gaiolas uma tinha pombas e rolas, e na outra tinha melros. A Catarina e o Álvaro estavam a andar descer. Dali a uns segundos vinha para o pátio o Prof. Raquilho e o Dr. Corralhi, eles foram até ás gaiolas. O Frederico fez sinal à Catarina e ao Álvaro. O Prof. Raquilho disse que se podia solta-los, mas o Dr. Corralhi disse que ficavam a enfeitar o pátio, o Prof. Raquilho disse que podiam ficar dês que não fosse ele a cuidar deles. Depois veio um dos grandalhões dizer ao Prof. Raquilho que tinha uma mensagem em código, eles afastaram-se, o Carlos e o Frederico desceram. Eles foram ao museu falar com o tio João. Ele estava à procura do convite da ICA que era na terça-feira, no dia a seguir, pelas 21 horas. A Catarina, o Carlos e o Álvaro foram com o tio João e o Frederico foi com o pai. Aquilo começou com discursos chatos do Prof. Raquilho. Eles mostram uns vídeos por isso as luzes foram reduzidas. Eles saíram e foram investigar, entraram num laboratório e viram uma porta e entraram era outro laboratório e estavam dois melros iguais aos pássaros vivos, mas imóveis, sem vida. Um deles tinha a cabeça deslocada e o peito aberto, via-se um circuito impressa, era um robô. Depois começaram a ouvir passos, eles esconderam-se debaixo das mesas os homens entraram e lembraram-se que tinham que arranjar o M-X2 esta noite, então foram buscar as ferramentas. Eles iam a sair dali quando o Álvaro tocou no melro e ele começou a falar, parecia que a casa vinha a baixo. Eles estavam já no corredor quando apareceu o Dr. Corralhi e perguntou o que aconteceu. A Catarina inventou logo que estavam perdidos, que ouviram aquilo e assustaram-se. De seguida apareceu o tio João, o pai do Frederico e as outras pessoas. O Carlos, a Catarina e o Álvaro foram embora com o tio João. No carro eles contaram o que aconteceu ao tio João, ele ouviu sem fazer perguntas. O tio João disse que não queria que eles se metessem mais no assunto, eles disseram ao Frederico no dia seguinte. No dia seguinte eles foram raptados no pinhal. Levaram-nos para uma sala depois apareceu o tio João. Ele viu microfones e um espelho que só reflectia de um lado e era transparente do outro, por isso podiam estarem a ser observados. O Prof. Raquilho apareceu lá, o tio João esteve a falar com ele. Depois apareceu o Dr. Corralhi, o Prof. Raquilho abaixou a cabeça e os dois homens endireitaram-se como se tivessem à frente de um superior. O Dr. Corralhi disse que era quem dirigia o ICA e que estava a fazer-se de mal tratado para não levantar suspeitas, ele esteve a falar com o tio João. Depois foram-se embora. A Catarina teve um plano. O Carlos, o Frederico e o tio João atiraram um espelho, ele partiu-se e acertou em cheio na cabeça do homem, esta foi a ideia da Catarina. O tio João pegou na arma e perguntou-lhe onde estavam, o homem disse que estavam na cave do ICA. O homem trancou as portas. O tio João ia ligar para a guarda, só que os outros cortaram o sistema de aspiração para retirar o gás. O telefone começou a tocar mas o tio João disse para ele não atender. O tio João para ele ir empurrar o caixote para a porta. Eles desligaram a electricidade, por isso o telefone deixou de tocar. Depois ouviram tiros. O homem ia ajudar os outros mas o Carlos mordeu-lhe o tornozelo e ele caiu no chão. Eles ouviram a guarda, e o tio João lembrou-se logo do Dr. Raul Pina. Há noite ao jantar o tio João disse que já tinha falado com o Dr. Raul Pina no fim de os ir levar a casa no dia anterior de manhã. O Dr. Raul Pina disse que os melros já estavam destruídos.