Thursday, February 22, 2007

O mistério do graffiti

Os graffitis são desenhos que as pessoas pintam nas paredes ou sítios proibidos. O Álvaro fez um graffiti e passados dias a parede caiu. O Tio João detestava esses desenhos então ele só disse ao irmão Carlos, mas pediu-lhe segredo e disseram-lhe quem tinha lhe dado era um rapaz chamado Trincas não o encontrou em nenhum lugar, mas pensou que ia vê-lo na segunda, mas ele terça estava como desaparecido. Aconteceu mais uma queda de uma parede o bando dos quatro foram ao lá e viram o Pinto e perguntaram-lhe onde tinha comprado, mas para se gabar ele disse que não disse. Passado minutos andava toda a gente atrás do Pinto, pois também tinha desaparecido.           O bando dos quatro seguiram os tipos até a uma grande casa rodeada de, árvores quando eles estivam a espreitar para dentro da casa a Catarina apercebeu-se que  vinham uns vultos tirou o telemóvel ao Carlos que tinha sido o Tio João que lhe dera para caso de algum azar acontecer e fugiu, eles apareceram subitamente e levaram-nos para dentro, então era um professor conhecido, pois quando tinha dado uma conferência. Desaparecidos, o Tio João falou com a polícia pois a Catarina tinha-lhe telefonado e puseram-lhe microfones por dentro da roupa e ele foi para a mata e começou a chamar por eles feito louco de seguida os homens entraram com o Tio onde agora estavam todos até a Catarina. Logo a seguir começou-se a ouvir rebentamentos, o tiroteio animou e entraram uns homens com uniformes desconhecidos e o Tio sorriu.                                                      O professor e os seus ajudantes já estavam a entrar para a viatura, o Pinto e o Trincas foram para o hospital, porque os pais deles estavam à espera deles no hospital.

 

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O suave milagre

Nesse tempo, ainda Jesus saíra da Galileia mas já a nova dos seus milagres chegara a outras terras.                                                                                                                                                                        Uma noite um viajante, passou por um fresco vale dizendo que rabi andava anunciando a chegada do reino de Deus.                                                                                                                                                         Havia um velho chamado Obed, senhor rico de muitos rebanhos e vinhas. Mas o vento abrasador matou-lhe o melhor gado, e secado muitas vinhas.                                                                                   Obed mandou que os criados procurassem rabi. Os criados foram, procurar rabi à Galileia.               Mas os criados não encontraram.                                                                                                                    Nesse tempo, Públio Sétimo, centrião romano, comandava um forte. Tinha um filha que sofria de um mal lento e estranho. Ficava sentada na esplanada.                                                                          Sétimo tendo ouvido falado de rabi mandou um batalhão de soldados procurá-lo. Os soldados procuraram mas não o encontraram, então recolheram-se ao forte.                                                          Num casebre vivia uma pobre viúva com um filho aleijado. Não tinha roupa para mudar. Na arca não havia grão. A cabra morreu. E até na quinta a figueira secou.                                                            Um dia ouviu falar de rabi.                                                                                                                                         O menino pediu à mãe que trouxesse o rabi.                                                                                                       A mãe disse ao filho como é que ele queria que ela o deixa-se para ir procurar rabi. E falou-lhe do caso de Obed e Públio Sétimo.                                                                                                                                                                            O filho insistia, com duas longas lágrimas na face magrinha.                                                                          Então, abrindo devagar a porta sorrindo, Jesus disse:                                                                                      -Aqui estou.

 

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Frei Genebro

   Há muito tempo havia um frade chamado Genebro.
   Era discípulo de S. Francisco, que largara riquezas para se dedicar aos pobres. Frei Genebro também tentava ser santo.   Passava muita fome e não se divertia, rezava.   Andava descalço e roto.   Para proteger os escravos, em terra dos mouros foi preso.   Um dia, Frei Genebro partiu de viagem. Descalço porque sapatos era de luxo. Andou, andou.   Frei Egídio, antigo companheiro, que morava numa cabana.   Frei Genebro dirigiu-se até lá, quando chegou chamou o Frei Edígio. Ele respondeu que estava muito doente.   Então Frei Genebro lembrou-se dos porcos que tinha visto, pegou e foi lá, apanhou um porco pequeno e cortou-lhe  uma perna e depois assou-a e deu a Frei Egídio.   Depois foi-se embora, ao descer o monte viu um pastor furioso porque cortaram uma perna ao seu porco, Frei Genebro saiu dali num instante.   Frei Genebro ficou conhecido pela sua boa vontade. Quando morreu disseram que um anjo o levou para uma enorme balança.   Os anjos diziam que ia directamente para o céu.   Ele estavam no prato branco, mas qualquer coisa caiu no prato negro. Era um porco com três pernas.   Então a alma do Frei Genebro caiu na escuridão do Purgatório. 
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A civilização

Havia um jovem chamado Jacinto que nasceu num palácio que vive de rendimentos.
   Foi sempre feliz. Não tive desgostos de amor, mas andava aborrecido.   Na biblioteca dele tinha muitos livros. Ao fundo da biblioteca estava o gabinete dele. Tinha dos aparelhos mais recentes da tecnologia.   Tinha sempre à mão trinta e cinco dicionários, enciclopédias, guias numa espécie de torre que lhe chamavam farol.   Numa noite tentaram mostrar a umas senhoras a máquina que grava voz, talvez por falta de jeito estragou a máquina.   No jantar havia de todas as modernices. Os talheres, os copos, as águas e a comida   As travessas de prata subiam da cozinha em dois elevadores, um para os pratos quentes, forrado de tubos de água a ferver, outro elevador destinado a arrefecer os pratos frios.   No quarto de Jacinto, não faltava primores da comunidade.   Tinha toda a espécie de utensílios para a toilette.   Na casa de banho havia vários duches e jactos de água.   Mas apesar disso, só lia obras de filósofos pessimistas.   Numa Primavera, Jacinto decidiu ir até ao solar de Torges, que não conhecia.   Era uma casa rude na serra.    Durante sete semanas preparou a viajem.   Escreveu ao procurador, pedindo-lhe para compor o telhado, por vidro nas janelas, caiar as paredes.   Mandou por o comboio todo o que era preciso para duas semanas.   Por fim partiram para o solar.   A viajem era longa então tiveram de trocar de comboio, mas tinham três minutos. Saltaram de um comboio para outro.   Quando chegaram à estação, o procurador devia estar à espera deles mas não estava.   Arranjaram-lhe uma égua e um burro.   Perante a inesperada beleza da serra, esqueceram-se dos seus males.   Chegaram finalmente ao portão da quinta. Os cães ladravam.   Veio até eles um caseiro, o Zé Brás.   O procurador estava para fora coma mãe, que levou um coice de mula. Decerto, perderam-se as cartas porque as obras não tinham começado.   O cocheiro começou a criticar o governo.   Só restava cear o caldo de Zé Brás.   Entraram
em casa. Jacinto contemplava as salas do seu solar.
   Há noite foram ver o céu estava cheio de estrelas.   O amigo de Jacinto foi ver a tia que morava ali perto. Passou três semanas e voltou, as paredes estavam caiadas, tinham uma cama de ferro, cadeiras de verga e palha.   Comeram trutas que Jacinto tinham pescado.   Passado quatro anos, o amigo de Jacinto foi ao palácio buscar uns livros, estava tudo cheio de pó.   Ele perguntou a Jacinto se ia ficar ali para todo sempre. Jacinto disse que sim.   No Inverno Jacinto vestia um gabão para se proteger do frio.    Ele ouviu dizer que Jacinto se ia casar com uma moça da serra.
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