Monday, June 1, 2009

Carta formal

Redige uma carta, dirigida ao director-geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em que exponhas a situação de uma pessoa ou de um grupo de pessoas que não beneficiem desse direito e em que manifestes a tua opinião sobre essa situação.

Exame Nacional de Língua Portuguesa – 1º Chamada - 2006


Barcelos, 24 de Maio de 2009

Ex. Sr. Director-geral da UNESCO

            Venho por este meio comunicar a V. Ex. que já há algum tempo tenho verificado uma situação que me incomoda e me preocupa.
            Acerca de um mês uma família veio viver para perto da minha casa residência. Essa família tem duas crianças, com cerca de 7 e 8 anos e uma adolescente, com cerca de 14 anos.
            Posso verificar que essa família, incluindo os três filhos, passa o dia a trabalhar num campo e que não frequentam a escola.
            Venho por este meio comunicar este caso, porque na minha devida opinião acho que todas as crianças e pessoas têm direito a frequentar uma escola.
            Espero que faça alguma coisa para combater muitos casos como este.

Com os melhores comprimentos,
Diana Barros.

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Pequeno texto de descrição

Lá estava Mariana no seu sofá preto em frente ao televisor, Maria passava algum tempo por dia. Ao lado direito do televisor estava o fogão de sala que a aquecia com o cobertor azul que mantinha em cima de si.
Na outra ponta da sala estava a mãe a arranjar a mesa de jantar, cor de cereja, para jantar quando o seu pai chega-se.
Quando estavam a jantar, Mariana tinha ao seu lado esquerdo tinha um pequeno móvel redondo e alto, e à sua frente encontrava-se uma grande tela com as pessoas da sua família, a Mariana, o pai e a mãe.

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Trabalho sobre os Sinais de Pontuação

Coloco aqui o trabalho que realizei com as minhas colegas de grupo, basta clicar aqui.
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Wednesday, March 11, 2009

Exemplo de carta de reclamação

Diana Filipa Enes Barros
Rua do Outeiro, 374
4750-423 Barcelos

Barcelos, 12 de Setembro de 2009

Ex. mos. Senhores,
Venho por este meio comunicar a V. Exas. que no passado dia 3 de Setembro de 2008 me venderam um computador portátil, no qual me garantiram que chegaria em boas condições na minha residência.
Quando um empregado da vossa empresa me veio entregar o computador verifiquei que no veículo que trouxe continha uma fractura na parte da frente.
Mais tarde quando retirei o computador da embalagem verifiquei que ele tinha a parte do monitor rachada. De acordo com o artigo 101 da Lei 30 do consumidor o produto deveria chagar nas melhores condições ao consumidor. Pretendia que me devolvessem um computador em boas condições.

Com os melhores comprimentos,
Diana Barros.

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Tuesday, March 10, 2009

Texto dramático

Andava a Miscota a fazer as suas inaugurações e apresentações com o Junquilho. Estavam eles na escola Carlota Miquinhas para apresentar a nova política nas escolas. Quando entraram na sala:

Miscota – Vês Junquilho como a nova lei foi uma boa ideia.
Junquilho – Tens razão, tens razão!! Esta nova lei permite aos alunos utilizarem as novas tecnologias como os telemóveis e praticar algum exercício físico, que faz bem à saúde, batendo nos professores.
Miscota – Temos que fazer mais leis destas, para promover mais actividades.
Junquilho – Assim até podemos chegar ao 1º lugar da União Europeia nas escolas com mais exercício físico, batendo nos professores.

Agora foram inaugurar uma escola:

Junquilho – Esta escola está bem construída.
Miscota – Tem 8 salas para 70 alunos.
Junquilho – É pena que daqui a 6 meses tenha que encerrar por falta de alunos.
Miscota – Eles vão para a escola mais próxima daqui que fica a cerca de 10 km e já está sobrelotada.
Junquilho – Arranja-se lá umas arrecadações ou constrói-se uns anexos.

E por último foram à entrega dos Magalhães:

Miscota – Ah!! Ah!! O que é isto? O que é que se passa aqui?
Junquilho – São mulheres nuas, não te admires hoje em dia há muito disto nos Magalhães vindos da China.
Miscota  - E como é que veio isto aqui parar? Mas que coisa!! Nunca me tinha acontecido uma coisa assim.
Junquilho – Devia ter sido ontem tive a ver essas fotografias no Magalhães II que comprei com o dinheiro dos funcionários, devia ter programado este sem querer para aparecer.
Miscota – Então se foste tu não faz mal, faz bem de vez em quando eles verem isto para começarem a estarem preparados para o futuro.


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Leitura

Estou a ler “A lua de Joana” de Maria Teresa Maia Gonzalez.
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Tuesday, January 27, 2009

A publicidade

A publicidade nos dias de hoje está bastante evoluída, em termos de tecnologia, inovação e também e bastante (até em excesso). Será que vivemos num mundo rodeado de publicidade?
Estamos permanentemente a ser bombardeados com publicidade, como quando ligamos a televisão, na rádio, na Internet, na caixa do correio, etc.
A publicidade tem o seu lado positivo, mas também tem o seu lado negativo. O seu lado positivo é que informa, previne, alerta, etc., o seu lado negativo é que oculta, é enganosa, só pensa em vender, etc.
Temos dois tipos de publicidade: comercial e institucional/não comercial. A publicidade comercial apela à compra/consumo dos produtos anunciados, e a institucional alerta para os perigos, apela à ajuda, etc.
Os anúncios encontram-se nos locais específicos para cada idade e tem sempre os melhores lugares.
Deve-se ter uma noção que não se pode comprar um produto só porque tem um bom anúncio. Temos que comprar o produto que seja de boa qualidade e da nossa confiança.

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Wednesday, January 21, 2009

“Despedidas em Belém” - Lusíadas

É chegado o momento de Vasco da Gama narrar ao rei de Melinde a partida da armada para a viagem de descoberta do caminho marítimo para a Índia. Recorda que esta parte da acção só agora é narrada em analepse, através da retrospectiva que o narrador faz, visto ser obrigatório que a narração da epopeia épica clássica se iniciasse in medias res.

Nas estrofes 84 e 85 é descrito o ambiente festivo que se vivia no dia da partida, contrapondo-se aos momentos apresentados nas estrofes seguintes, quando os navegadores, preparando a viagem ”Aparelhámos a alma pêra a morte”, imploram a favor do divino e escutam os lamentos e o choro das muitas pessoas que ocorreram à praia (88 à 92) e até da própria natureza que participa nestes sentimentos (92).

No meio dessas muitas pessoas, destaca-se a figura de uma mãe e de uma esposa, que, transmitindo a dor de todas as outras, revelam a sua tristeza pela incerteza do regresso dos seus familiares. O discurso de ambas apresenta várias interrogações, as chamadas interrogações retóricas, para as quais não se espera uma resposta directa, mas que pretendem realçar, neste caso, os sentimentos de dúvida e aflição destas pessoas.

Mas o propósito de partir era firme, por isso Vasco da Gama diz ao rei de Melinde que, apesar de estar “Cheio dentro de dúvida e receio” embarcam “Sem o despedimento costumado” antes que se arrependessem. É notória nesta estrofe a emotividade.

A partida fez-se na praia de Belém “Que o nome tem da terra pêra exemplo, donde Deus foi em carne ao mundo dado” esta perífrase poderia substituir-se por uma simples palavra, Belém mas perder-se-ia toda a beleza da comparação entre o lugar onde Cristo nasceu e o lugar onde partiram as naus portuguesas.

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Monday, January 19, 2009

Episódios presentes nos Lusíadas

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Luíadas (Batalha de Aljubarrota)

A narrativa da revolução de 1383-1385 é dividida em duas partes: o levantamento do povopara apoiar o pretendente português (estrofes 1 a 23), e abatalha de Aljubarrota(estrofes 24 a 44). Dois heróis partilham as glórias destes episódios: o rei D. JoãoI de Portugal e o guerreiro D. Nuno Álvares Pereira.
Camões elogia os guerreiros que defenderam a independência, quer sejam humildes ou poderosos, sem medo de morrer pela causa portuguesa. Critica amarguradamente quem se juntou ao lado castelhano, particularmente os irmãos de D. Nuno Álvares Pereira, que tem de lidar com o conflito acrescido de lutar contra os seus familiares.
Os feitos de D. João I de Portugal também são contados de forma particularmente épica, fazendo lembrar
ÁjaxnaIlíada
. A sua coragem salva a batalha. Socorre a Ala dos Namorados que se encontrava na vanguarda e, na estrofe 38, sopesando a lança quatro vezes, Com força (a)tira; e, deste único tiro, Muitos lançaram o último suspiro“.
Mas no fim de mais uma batalha sanguínea, a par com o canto da glória, o poeta deixa a opinião de quem maldiz da
guerra
, que por cobiça dos poderosos lança tanta gente à morte, deixando tantas mães e esposas sem maridos e filhos.

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